O Hoopster nasceu das camisolas de futebol, mas as riscas verdes e brancas não respeitam fronteiras tão rígidas. O mesmo padrão que associamos a estádios, bancadas e relvados aparece também noutras modalidades, com uma força visual muito própria.
No rugby, as hoops têm uma história natural. A construção da camisola, a tradição dos clubes e a própria estética da modalidade combinam muito bem com riscas horizontais. No arquivo, exemplos como o Agronomia Rugby e o Benetton Treviso Rugby mostram como o verde e branco pode viver fora do futebol sem perder impacto.
Há algo de particularmente forte numa camisola de rugby às riscas. O corte é diferente, a relação com o corpo é diferente e a leitura visual também muda. As hoops parecem mais densas, mais físicas, quase como uma extensão da equipa.
No futsal, a lógica é outra. A modalidade é mais rápida, mais urbana e mais próxima do pavilhão. Mesmo assim, clubes como o Mya Futsal Essonne ou o Sporting Clube de Paris mostram que as riscas verdes e brancas também funcionam nesse contexto.
É isso que torna estas peças especiais dentro da coleção Hoopster. Elas ampliam a ideia original. Uma camisola de hoops não precisa de pertencer apenas ao futebol de onze para contar uma história de clube, cidade, comunidade ou identidade.
No fundo, o padrão é maior do que a modalidade. Futebol, futsal, rugby ou outra qualquer: quando o verde e branco aparece em riscas horizontais, há sempre uma história para seguir.
