O eco do título ainda se ouvia em Bursa. Em 2012/13 o clube vivia os anos de estabilidade pós-conquista, presença fixa na metade de cima da Süper Lig, ainda no velho estádio Atatürk, antes da mudança para a futurista Timsah Arena em forma de crocodilo. A Puma manteve a receita que nunca falha: riscas horizontais verdes e brancas sem artifícios, a assinatura visual mais reconhecível do futebol turco. Vista à distância, é uma camisola de um tempo em que ninguém imaginava o abismo que se seguiria. Talvez por isso tenha envelhecido tão bem.