Cada risca é uma camisola: as riscas desta coleção, da mais antiga à mais recente. Toca para abrir.
Sobre o clube
Nascido em 1907 como Sevilla Balompié e rebatizado após a fusão de 1914 que lhe deu o Betis (de Baetis, o nome romano do Guadalquivir) e o título de Real, o clube de Heliópolis é um dos fenómenos sociais do futebol europeu. O palmarés é modesto para a dimensão, uma liga em 1935 e três Taças do Rei, mas nenhuma tabela mede o beticismo: o Benito Villamarín enche com 50 mil almas em qualquer divisão, fiel ao lema eterno “manque pierda”, nem que perca. As cores contam uma história celta: reza a lenda que foi Manuel Ramos Asencio quem trouxe da Escócia, no início do século XX, as primeiras camisolas verdes e brancas. Por lá brilharam Gordillo, o mágico Denílson, contratação mais cara do mundo em 1998, e sobretudo Joaquín, o eterno capitão que se despediu como recordista de jogos na história de LaLiga. O derby com o Sevilha é dos mais intensos do planeta. Verde, branco e teimoso: o Betis não se explica, sente-se.