Cada risca é uma camisola: as riscas desta coleção, da mais antiga à mais recente. Toca para abrir.
Sobre o clube
Em 1922, Gago Coutinho e Sacadura Cabral atravessaram o Atlântico pela primeira vez por ar, e na Terceira um grupo de entusiastas reunido no Recreio dos Artistas fundou um clube com o nome do hidroavião da proeza: Lusitânia. Nasceu a 24 de junho desse ano, tornou-se a Delegação nº 14 do Sporting, trocou o leão por um açor no emblema, e passou o século seguinte a justificar a alcunha de Os Verdes Campeões: é o clube mais titulado dos Açores, com mais de 500 troféus e um domínio de três quartos de século sobre o desporto da ilha, começado logo no primeiro campeonato de Angra, em 1925. Até ao 25 de Abril, os clubes açorianos só jogavam a Taça de Portugal; em 1978/79, o Lusitânia foi o primeiro do arquipélago a disputar um campeonato nacional, e somou depois cinco títulos de campeão nacional da 3ª Divisão. O ecletismo é a outra metade da alma: o basquetebol lusitanista jogou na elite nacional e ganhou uma Taça da Liga, feito inédito nas ilhas. Com sede na casa onde nasceu Violante do Canto e uma delegação em Toronto para a diáspora, o Lusitânia é o Sporting com asas de açor: nasceu de um avião e nunca mais aterrou.