Cada risca é uma camisola: as riscas desta coleção, da mais antiga à mais recente. Toca para abrir.
Sobre o país
Poucos países pesam tanto no futebol mundial com tão pouco alarido. A Suíça é a burocracia central da modalidade, com a FIFA sediada em Zurique e a UEFA em Nyon, mas foi também um dos berços do jogo no continente: os clubes suíços contam-se entre os mais antigos da Europa, do decano FC St. Gallen, de 1879, ao Grasshopper de Zurique, e foram suíços a espalhar a semente lá fora, a começar por Joan Gamper, o fundador do FC Barcelona. Em casa, a Super League vive do equilíbrio entre Basileia, Young Boys e os históricos de Zurique, com bancadas de cultura ultra surpreendentemente fervorosa para os padrões do país. A Nati fez história ao organizar o Mundial de 1954, o do Milagre de Berna, e reinventou-se no século XXI como seleção multicultural de segundas gerações, dos Xhaka aos Shaqiri, presença fixa nos oitavos e carrasco ocasional de campeões do mundo, como a França no Euro 2020. Em 2025 acolheu o Europeu feminino e confirmou a vocação de anfitriã.